Você promete que não vai mais abrir o app, não vai mais fumar, não vai mais beliscar à noite… e, quando percebe, já fez tudo de novo. Isso não é só “falta de vergonha na cara”: é o cérebro funcionando em modo hábito e, em alguns casos, em direção ao vício. Neste texto, explico, em linguagem simples, como o cérebro cria hábitos automáticos, o papel da dopamina e dos gânglios da base, onde entra a linha tênue entre hábito e dependência, e por que força de vontade sozinha quase nunca dá conta. Também trago pistas práticas para começar a mexer nesses padrões – sem culpa paralisante e com mais curiosidade responsável.