Qual o ponto em comum entre grandes cientistas, artistas e inventores?
Indagação provocante: e se o “gênio” não fosse uma centelha rara… e sim um jeito específico de se relacionar com o desconhecido? Resposta direta: o ponto em comum mais consistente não é QI, nem “dom”, nem uma personalidade perfeita. É um pacote de processos: abertura ao novo (openness), disposição para explorar (curiosidade e busca de…
