Ansiedade, medo e a tal da amígdala: quando o cérebro tenta te salvar (e exagera)
Indagação provocante: e se a sua ansiedade não fosse “frescura” — e sim um sistema de alarme legítimo que ficou sensível demais e começou a tocar por fumaça, não por fogo? Resposta direta: a amígdala participa da detecção de ameaça e do disparo de respostas de medo (atenção acelerada para perigo, corpo em alerta, memórias…
