Como saber se você é mentalmente saudável? Um guia honesto (sem “teste de internet”)
Um guia honesto para avaliar sua saúde mental sem “teste de internet”: sinais reais, check-up de 7 perguntas, alertas e passos simples para se cuidar.
Um guia honesto para avaliar sua saúde mental sem “teste de internet”: sinais reais, check-up de 7 perguntas, alertas e passos simples para se cuidar.
Felicidade não é euforia eterna: é bem-estar construído. Entenda por que o cérebro erra ao prever prazer e veja escolhas práticas que aumentam conexão, sentido e equilíbrio.
Os casos de depressão parecem aumentar — mas não por um único motivo. Veja os fatores que se somam (pandemia, solidão, sono, estresse, redes sociais e economia) e o que dá para fazer na vida real.
Descubra como a neurolinguística explica o diálogo interno e como usar palavras para melhorar foco, emoções e decisões com práticas simples.
Se toda mudança na sua vida começa com “segunda eu começo” e termina em frustração, o problema talvez não seja você: sejam os seus sistemas. Neste texto, em linguagem simples, eu explico por que o cérebro não foi feito para decidir tudo na marra o tempo todo e como metas sem trilhos geram ciclos de culpa. Você vai ver o que a ciência dos hábitos diz sobre contexto, gatilhos e repetição, entender a diferença entre “querer” e “estruturar” e aprender exemplos práticos de sistemas mínimos para estudo, movimento, sono e uso de telas – pensados para sobreviver à vida real, com cansaço, imprevistos e recomeços.
O cérebro adolescente não está quebrado: está em obra. Emoções no volume máximo, busca de novidade e sensibilidade ao grupo convivem com um “freio de mão” — o córtex pré-frontal — ainda em construção. Neste texto, em linguagem simples, explico o que a neurociência já sabe sobre o cérebro adolescente, por que essa fase é tão intensa, onde entram os riscos (ansiedade, depressão, uso de substâncias) e o que pais, responsáveis e educadores podem fazer para oferecer limites, apoio e aposta de futuro, em vez de só rótulos e críticas.
Você promete que não vai mais abrir o app, não vai mais fumar, não vai mais beliscar à noite… e, quando percebe, já fez tudo de novo. Isso não é só “falta de vergonha na cara”: é o cérebro funcionando em modo hábito e, em alguns casos, em direção ao vício. Neste texto, explico, em linguagem simples, como o cérebro cria hábitos automáticos, o papel da dopamina e dos gânglios da base, onde entra a linha tênue entre hábito e dependência, e por que força de vontade sozinha quase nunca dá conta. Também trago pistas práticas para começar a mexer nesses padrões – sem culpa paralisante e com mais curiosidade responsável.
Indagação provocante: e se a ansiedade que surge “do nada” não fosse loucura — e sim um alarme antigo tocando alto demais, porque o cérebro acha que você precisa ser salvo agora? Resposta direta: muitas crises começam quando a amígdala (detector de ameaça) interpreta algum sinal como perigo — às vezes tão sutil que você…
Sabe quando a sua cabeça vira um tribunal, relembrando cada erro e comparando você com um padrão impossível? Este texto fala sobre autocrítica, perfeccionismo e cérebro em modo “juiz”: como redes ligadas à autorreferência, vergonha e dor social podem alimentar ruminação e autoataque. Também traz, com base em pesquisas, a ideia de autocompaixão como um antídoto possível – não para passar pano em tudo, mas para aprender a se tratar com a mesma humanidade que você oferece a quem ama.
Indagação provocante: e se a recaída não fosse “prova de fracasso” — e sim o cérebro voltando para o caminho mais antigo justamente quando você está cansado(a), vulnerável ou sem apoio? Resposta direta: recuperação raramente é linha reta porque o cérebro aprende por repetição e contexto: em dias bons, você fortalece rotas novas; em dias…